sábado

4 exemplos que pode mudar o dia de alguém

Fazer o bem está nas coisas simples da vida. É exatamente assim que começa a diferença e aos poucos se torna algo bom . Mas, a pergunta é o seguinte, "Como mudar o mundo com pequenos gestos?" 4 exemplos que podem mudar o dia de alguém.

* Palavra amiga: Muitas pessoas passam por vários problemas, dias difíceis, desânimo. E uma palavra amiga já torna o dia de uma pessoa importante, como se fosse um "não desista, você consegue". Que palavras devo dizer a alguém? Restaurantes, parques, no trabalho e até mesmo nas ruas pode ser um exemplo disso, palavras como " bom dia, boa tarde, obrigado, entre outros cumprimentos, fazem a diferença". Mesmo não a conhecendo, a pessoa irá saber que alguém se importou com seu dia, ou melhor te desejou um dia melhor. Agora se a pessoa for conhecida, melhor ainda para puxar aquele papo legal, saber o que está havendo, e no que poderia ajudar. Gestos simples, mas com amor ao próximo. Faça a diferença.

*Seja um voluntário: Ajuda é sempre bem vinda, principalmente quando há intenção em querer ajudar, sem esperar nada em troca. Existem várias maneiras de se tornar um voluntário, vários lugares como asilos, ONGs, hospitais, orfanatos, proteção animal, entre outros. Agora, se quiser aprofundar no trabalho voluntário, outras oportunidades é que você também pode trabalhar como voluntário no exterior, em um programa como este, você terá a oportunidade de trocar experiências, conhecer novos lugares, colaborar cultural e socialmente e ainda ajudar na preservação do meio ambiente, uns dos países que mais recebem voluntários, é a África e a Ásia.

*Sorria para a vida: Coisa mais chata é você conviver com pessoas mal-humoradas, que só reclamam pelo o que tem, e só pensam em querer mais, "desejando que as coisas caem do céu". Sorria para a vida, agradeça todos os dias por poder acordar e recomeçar com um novo dia, agradeça pelo o que conquistou hoje. Transmita felicidade, seja diferente, plante coisas boas e você colherá coisas positivas. Mostre a vida que momentos ruins passam com o tempo, e que nada é impossível quando se faz o bem.

* Campanhas: existem inúmeras campanhas de doação, educação, cidadania, gentileza... Alguns exemplos são as doações de sangue, campanha do agasalho e solidariedade que são importantes para aqueles que precisam da sua ajuda, e que necessitam da colaboração de todos. Quantas vezes você comprou uma roupa, e deixou guardada sem usa-lá? Ás vezes acontece, mais enquanto alguns compram sem necessidade, outros não tem o que vestir. E podemos mudar isso, abrindo mão de coisas que não usamos, desapegar, a solidariedade não comporta vaidades pessoais.



Permita-se rir e conhecer outros corações. Aprenda a viver, aprenda a amar as pessoas com solidariedade, aprenda a fazer coisas boas, aprenda a ajudar os outros, aprenda a viver sua própria vida.
Mario Quintana 

domingo

Nenhum dos dois era o certo, também não eram errados

Ela não acreditava em príncipe encantado, até porque ela nunca foi princesa o suficiente para entender que depois do “final feliz” vinha o começo feliz de outra história; pensava que os filmes da Disney ensinavam isso para a instituição familiar não ser extinta e a população mundial não acabar, uma vez que a manipulação em massa é muito mais eficaz do que deteriorar a qualidade dos preservativos. Ele não via diferença entre final e começo, no escuro todos são iguais, e ele adorava o escuro, principalmente se este viesse acompanhado de uma música bem alta e tequila. Ela quase vomitava o próprio estômago de preocupação, entretanto nada tirava a calma do rapaz. Ninguém fazia o tipo dela. Todas faziam o tipo dele. Até que um dia eles se conheceram. Não, eles não “trocaram telefone, depois telefonaram e decidiram se encontrar”, estavam bem longe de ser Eduardo e Mônica. Personalidades fortes se cruzando com uma velocidade absurda, não teve como segurar. Ela o olhava com cara de “vou te matar” e ele sorria de volta com um ar de “eu não me importo”. Brigavam pelo olhar antes mesmo de arranjarem um motivo. Nunca vi aqueles dois trocando uma declaração de amor, um “eu te amo” era banal no vocabulário deles, um “eu te odeio” bem posicionado era bem mais valioso. Os elogios eram feitos a base de xingamentos, talvez porque, apesar de todas as imperfeições, as qualidades se sobressaíam de tal forma que eles não queriam deixar transparecer. Ou , possivelmente, porque brigar valia a pena por aquele beijos no final da discussão, ou no meio, no começo, não importava. Ele era só um cara com um perfume bom. Um cara que virava “o” cara quando chegava perto dela. Ele esquecia do escuro, da tequila, vodca ou o que quer que fosse, até falava o que estava entalado na garganta há semanas. Nada era relevante, uma vez que a conexão que eles tinham era tão forte que dava choques até em quem via. Mas também não eram um casal de novela; eles eram a própria novela. Iam e voltavam, confundiam-se o tempo todo, enjoavam e queriam mais. Não chegava a ser amor, entretanto, um com o outro, eles aprenderam que cada um tem o seu jeito de expressar sentimentos e que quanto mais tentamos explicá-los, menos conseguimos entender. Com eles eu vi o primeiro “já volto” com gosto de “é pra sempre”, sem ser naquele tom de “a certinha que se apaixonou pelo cafajeste”. Nenhum dos dois era o certo, também não eram errados.

- Eles apenas tiveram o tipo de paixão que todos deveriam ter em algum momento da vida, nem que fosse só por um dia.

Autor Desconhecido.